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Reuso de Software

Reutilização. No contexto de desenvolvimento de software, esta é a palavra-chave para aumento de produtividade, qualidade e redução de custos. Quanto menos linhas de código são reescritas – fato que geralmente acontece por falta de planejamento e organização de conhecimento –, mais software novo pode ser criado. O aumento de qualidade se dá com a utilização deste código já bem documentado e testado. O ponto chave do sucesso dessas organizações é que elas possuem a coragem que falta em outras, para “perder” parte do seu staff, momentaneamente, "pensando e fazendo, exclusivamente" reuso de software e depois, se deleitar dos benefícios obtidos pela decisão corajosa. O reuso de software é o uso de software existente para o desenvolvimento de novo software. No reuso de software duas decisões estão envolvidas. A primeira é se devemos, ou não, adquirir software para reusar. Sistemas operacionais devem ser comprados, bibliotecas de códigos devem ser desenvolvidas, ou compradas, arqu...

Comunicação eficiente

A maioria dos projetos é uma salada de personagens e interesses. Alguns apóiam o projeto, outros o rejeitam. Alguns entendem que a metodologia pode trazer produtividade e controle, enquanto outros a consideram burocracia desnecessária. Há ainda aqueles que terão vários benefícios com o produto do projeto, e outros que serão afetados negativamente. Neste contexto, a comunicação é um fator essencial para obter melhores resultados e prosseguir com o projeto sem maiores tropeços. O Gerente de Projeto deve ter objetividade em sua comunicação. O fato é que nem sempre a informação que ele precisa chegará de forma direta e clara. Para isto, sugiro o seguinte: 1) Faça perguntas difíceis. É muito confortável fazer uma reunião na qual não há questionamentos… mas também totalmente inútil. O bom Gerente de Projeto sabe fazer as perguntas difíceis, que realmente trazem à tona a situação das atividades, expõem riscos e tiram a equipe da zona de conforto. A sensação falsa de controle é um dos maio...

Commited to open source

Uma frase muito comum no mundo dos negócios entre os grandes “players” do mercado de software (IBM, Oracle, Sun e outros) em relação do software livre é: “commited to open source”. Em outras palavras, as empresas desenvolvedoras estão aderindo ao modelo “open source” com uma presença cada vez mais relevante, para oferecer mais opções, flexibilidade e um baixo custo para computação para seus usuários finais. O Gartner prevê que “até 2012, 80% de todos os softwares comerciais irão incluir elementos tecnológicos de software aberto. Muitos dispositivos de software aberto são maduros e estáveis, permitindo redução nos custos e retorno do investimento.” Para desenvolver essa oferta junto a seus produtos, é necessário um significativo investimento em desenvolvimento, testes, otimizações e suporte a a essas tecnologias “open source” escolhidas como por exemplo: JBoss, Apache, Eclipse e outros.

Um vídeo que todos deveriam ver...

Pessoal, vi esse vídeo no blog de meu amigo Vicente e achei importante vocês que me visitam também o vejam. Obrigado Vicente. T+

Design Patterns

Na curta, porém rapidamente evolutiva história das ciências da computação e da engenharia de software, variaram muito as técnicas, métodos, processos, meios e recursos utilizados. Os projetos fracassavam com freqüência porque os desenvolvedores não conseguiam comunicar um ao outro bons projetos de software, arquiteturas e práticas de programação. Não faz muitos anos, estruturas de dados, fluxogramas e técnicas modulares de programação dominavam o cenário. Então, o paradigma de orientação a objetos iniciou sua trajetória. No contexto do desenvolvimento de software orientado a objetos, os padrões de projeto (…) tornaram-se um dos tópicos mais “quentes” na área de engenharia de software nos últimos anos. O simples uso da OO não garante que obtenhamos sistemas confiáveis, robustos, extensíveis e reutilizáveis. O foco das metodologias de desenvolvimento está na solução em si (o que e como) e não em suas justificativas (porque). “Um Pattern descreve um problema que se repete várias vezes em ...

Aprendendo a Gerenciar Riscos

Gestão de Risco Pessoal. Uma definição comum de risco é “Um evento ou condição incerta que se ocorrer, terá um efeito sobre pelo menos um objetivo”. Essa definição genérica nos permite aplicar a gestão de riscos para uma grande gama de atividades, onde quer que possamos definir objetivos distintos. Isso inclui a gestão de riscos pessoal, identificando e gerenciando as incertezas que podem afetar a conquista dos nossos objetivos pessoais. Como em qualquer outra área de aplicação, a gestão de riscos pessoal pode ser aplicada em diferentes níveis de detalhe. O segredo está na habilidade em especificar bem os nossos objetivos pessoais. Num nível mais alto podemos dizer que o nosso objetivo é ser “feliz, saudável, estar em forma e ser sábio” e podemos identificar e gerenciar os riscos pessoais estratégicos que podem afetar estes objetivos principais. Isso requer a abordagem de assuntos mais amplos como nossos relacionamentos pessoais, dieta e regime de exercícios, ou investimentos e planos...

Comunicação eficiente

A maioria dos projetos é uma salada de personagens e interesses. Alguns apóiam o projeto, outros o rejeitam. Alguns entendem que a metodologia pode trazer produtividade e controle, enquanto outros a consideram burocracia desnecessária. Há ainda aqueles que terão vários benefícios com o produto do projeto, e outros que serão afetados negativamente. Neste contexto, a comunicação é um fator essencial para obter melhores resultados e prosseguir com o projeto sem maiores tropeços. O Gerente de Projeto deve ter objetividade em sua comunicação. O fato é que nem sempre a informação que ele precisa chegará de forma direta e clara. Para isto, sugiro o seguinte: 1) Faça perguntas difíceis. É muito confortável fazer uma reunião na qual não há questionamentos… mas também totalmente inútil. O bom Gerente de Projeto sabe fazer as perguntas difíceis, que realmente trazem à tona a situação das atividades, expõem riscos e tiram a equipe da zona de conforto. A sensação falsa de controle é um dos maio...